terça-feira, 6 de maio de 2014

Módulo 02 - Aula 03


VISITA TÉCNICA AO CENTRO HISTÓRICO


            Realizei uma pesquisa de campo, ao centro histórico de Curitiba, que fica no Largo da Ordem no bairro São Francisco, abrangendo muitas casas, que hoje se tornaram patrimônio histórico de Curitiba, muitas delas abrigando acervos. Visitei o Memorial de Curitiba que foi sonhado por Jaime Lerner e Rafael Greca entre 1991 e 1993 na comissão dos 300 anos de Curitiba. Visitei a exposição “Amigos da Arte” Mostra Curitiba. 

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         Dentre as construções s que fazem parte do centro histórico estão : a Igreja da Ordem Terceira de São Francisco, que data do ano de 1737, Igreja do Rosário, o Memorial de Curitiba, uma construção belíssima que uniu o antigo ao moderno, Fundação Cultural de Curitiba, Paraná Ação Social, que fica na Praça Garibaldi desde 1946, Sociedade Garibaldi, Arcadas de São Francisco, abrigando várias lojas comerciais, casas de artesanatos, bares, restaurantes entre outros.
       Nesta região que era antigamente uma grande área comercial, há uma grande concentração de bares, restaurantes, antiquários, casas de artesanatos, acontece também tradicionalmente aos domingos, desde  1973, a Feira de Arte e Artesanato. Nesta feira é possível encontrar dos mais diversos tipos de artesanatos, além de comidas tradicionais, típicas regionais e diversas apresentações de artistas de rua, aos domingos. 
         O nome oficial é Largo Coronel Enéas, desde 1917 em homenagem ao Coronel Benedito Enéas de Paula. No século XVIII chamava-se Páteo de Nossa Senhora do Terço. Mais tarde, passou a se chamar Páteo de São Francisco das Chagas.
             Essa visita técnica também abrangeu:

-         Memorial de Curitiba: Inaugurado em 1996, o Memorial da Cidade é um espaço dedicado à memória, às artes e à cultura de Curitiba. O projeto arrojado, do arquiteto Fernando Popp, contrasta com as antigas construções do Setor Histórico, exemplo de que arte não deve ter âncoras. No Memorial da Cidade o público pode assistir apresentações cênicas e musicais, ver exposições de arte, assistir palestras ou participar de cursos sobre arte e cultura. As instalações do Memorial conta com três salas para exposições, o Teatro Londrina e uma praça ampla que permite realizar eventos. O prédio tem estrutura de aço e concreto, com cobertura de vidros laminados. Possui quatro pavimentos e terraço. Obras de arte de João Turim, Poty Lazarotto  Antonio Maria, Sérgio Ferro, Zaco Paraná e Elvo Benito Damo são expostas permanentemente no Memorial.
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-         Igreja do Rosário: Construção do século XVIII, terceira igreja de Curitiba - depois da Matriz e da Igreja da Ordem. Era a igreja dos escravos, com o comprido nome de Igreja do Rosário dos Pretos de São Benedito. A construção original foi demolida em 1931. 

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-         Igreja da Ordem Terceira de São Francisco das Chagas - Construída em 1737, é a mais antiga de Curitiba. Seu nome original era Nossa Senhora do Terço, só mudado com o surgimento da Ordem de São Francisco em Curitiba, em 1746.

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-         MUSEU DE ARTE SACRA DA ARQUIDIOCESE DE CURITIBAO Museu de Arte Sacra da Arquidiocese de Curitiba fica em um anexo da Igreja da Ordem Terceira de São Francisco das Chagas, que é a igreja mais antiga da cidade de Curitiba, no Paraná. Foi inaugurado em 1981, logo após a conclusão das obras de restauração da igreja. Anteriormente, o museu ficava no Seminário Menor da Arquidiocese, na Rodovia do Café. O museu guarda peças oriundas de diversas igrejas de Curitiba, como o altar-retábulo lateral da antiga igreja matriz, a imagem do século XVIII de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, padroeira da capital, a imagem do século XVII de Bom Jesus dos Pinhais, em terracota e a imagem de Nossa Senhora do Terço, em madeira policromada, entre outras.

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-         Igreja da Ordem Terceira de São Francisco das Chagas - Construída em 1737, é a mais antiga de Curitiba. Seu nome original era Nossa Senhora do Terço, só mudado com o surgimento da Ordem de São Francisco em Curitiba, em 1746.
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-         Praça Garibaldi: No século 19 era conhecida como Largo do Rosário, devido à Igreja do Rosário. No final do século 19, recebeu o nome de Praça Faria Sobrinho. Em 1946, tornou-se Praça Garibaldi, em homenagem a Giuseppe Garibaldi. A praça abriga construções históricas importantes, como o Palácio Garibaldi, a sede da Fundação Cultural de Curitiba, a Igreja do Rosário, a Igreja Presbiteriana Independente e o Solar do Rosário .
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-         Relógio das Flores: O Relógio das Flores de Curitiba está localizado no setor histórico da capital do estado brasileiro do Paraná, na Praça Garibaldi. Trata-se de um presente oferecido ao município por joalheiros, no ano de 1972.1 A partir de 1978, as flores do canteiro passaram a ser repostas a cada trimestre, obedecendo à floração das estações. Apresenta oito metros de diâmetro, com os ponteiros confeccionados em fibra de vidro.1 Seu funcionamento é baseado na emissão vibrátil do quartzo, que oferece maior precisão, suscetível a um desarranjo máximo de 30 segundos por ano. O acionamento se dá pelo envio de impulsos eletrônicos de um relógio-comando instalado na Igreja do Rosário.1 Em 1980, a construção do belvedere permitiu sua melhor visualização.

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-         Cabeça de Cavalo: Fonte da Memória – escultura de uma cabeça de cavalo, em forma de fonte, feita pelo artista plástico Ricardo Tod, recordando a época em que os colonos chegavam em carroças e davam água aos animais no bebedouro do Largo da Ordem. Aos domingos (sobretudo na parte da manhã) acontece nesta praça a Feira de Arte e Artesanato, com antiguidades, esculturas e talhas em madeiras e cerâmica, vidro, couro, metal e outros, além de apresentações musicais.

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-         Belvedere: A Praça João Cândido já foi Praça do Observatório e Praça Emílio de Menezes. Abriga o Belvedere, mirante art-nouveau construído em 1915, quando era prefeito de Curitiba Cândido Ferreira de Abreu. Em 1922, foi sede da primeira emissora de rádio do Paraná, a PRB-2. Em 1931 foi observatório astronômico e meteorológico. Desde 1962 é sede da União Cívica Feminina. Em 1980, a construção do belvedere permitiu melhor visualização do relógio.  O espaço foi revitalizado em 1995 pela prefeitura de Curitiba, hoje está todo pichado e abandonado e serve de abrigo para moradores de rua.

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-         Bebedouro: Os tropeiros e fazendeiros da região de Curitiba costumavam dar de beber a seus cavalos e mulas no bebedouro, ainda hoje existente, no centro doLargo da Ordem. O bebedouro data de meados do século 18. É uma fonte construída em pedra, com uma bacia de ferro no topo.

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-         Casa Romário Martins: Construção em estilo colonial do século XVIII é o segundo prédio mais antigo da cidade, ao lado do primeiro ainda preservado, a Igreja da Ordem. A edificação foi desapropriada pela prefeitura em 1970 e os trabalhos de restauração iniciaram-se em 1973. O arquiteto responsável foi Cyro Corrêa Lyra. As transformações, realizadas ao longo de dois séculos, haviam desfigurado totalmente o interior e o exterior do velho prédio, por reformas indevidas ou placas de propaganda em sua fachada. Antes funcionava ali um armazém de secos e molhados e com a restauração foi basicamente, recuperado o aspecto externo. Interiormente o prédio quase não possui divisões, apenas um miolo fechado, e o restante funciona como galeria. A Casa Romário Martins foi inaugurada no final de 1973, com a presença de sua filha Azurita Martins Alice. Ao contrário do que se pensa, Romário Martins, nunca teve, em vida, uma ligação a esta casa. Seu nome é uma homenagem póstuma ao brilhante escritor e historiador que nos legou uma bagagem cultural importante, colaborando em vários setores de nossa vida pública. É vinculada à Fundação Cultural de Curitiba e objetiva a promoção de exposições de artistas paranaenses.
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-         Palacete Wolf: O Palacete Wolf, construído pelo imigrante austríaco Fredolin Wolf, em 1880, foi sede da Fundação Cultural de Curitiba até 2006. Sua história é constituída de muitas memórias: em diferentes épocas, foi sede dos colégios Curitibano, Parthenon Paranaense, Internacional, Pereira Pitta e da seção masculina do Bom Jesus. De 1886 a 1891, o imóvel foi alugado para o Corpo Policial da Província, mas em seguida foi transformado em sede do governo do Paraná (até 1892). Durante a Revolução Federalista (1894), o sobrado serviu de Quartel General do 5º Distrito do Exército. Entre 1912 e 1913, o casarão sediou a Câmara Municipal e, no ano seguinte, o andar superior foi ocupado pela Loja Maçônica de Curitiba. Nessa época, a família Bianchi passou a residir no térreo, com escola particular de pintura e de violino, ocupando o imóvel por 42 anos. No local também funcionou a livraria de Otto Braun (1940). Em 2006, a Coordenação de Literatura ganhou, pela primeira vez na história da Fundação Cultural, uma sede própria, o Palacete Wolf. Considerado um marco para a literatura de Curitiba, o Palacete promove diversas ações, entre oficinas de análise e criação literária e laboratórios de leitura. Rodas de Leituras e Ciclos especiais também marcam a programação do Palacete. O Palacete abriga, ainda, a Livraria Dario Vellozo, espaço alternativo para comercialização de obras literárias não comumente encontradas no circuito comercial. Procura evidenciar as publicações da própria Fundação Cultural de Curitiba, de escritores independentes, abrangendo publicações de cunho histórico, de artes e CDs. Atua como pólo cultural ao promover a divulgação de novos escritores, principalmente os talentos locais. A inauguração da Livraria Dario Vellozo aconteceu em 26 de março de 1982, no andar térreo do Palacete Wolf. O nome da Livraria homenageia o literato, filósofo e criador do Instituto Neo-Pitagórico/Templo das Musas, localizado no bairro Vila Izabel, em Curitiba.

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-         Ruínas de São: As Ruínas de São Francisco representam o início da construção da Igreja de São Francisco de Paula, em 1809 presumivelmente, da qual este vestígio seria o seu frontal. É um local envolto em mistérios e lendas, uma das quais relata a existência de um tesouro ali enterrado de propriedade do pirata Zulmiro que, após a sua morte, vinha assustar as pessoas que dele se aproximassem. Fechadas com grades, de maneira a protegê-las da depredação e do mau uso, junto a ela, está um anfiteatro ao ar livre e sob sua arquibancada foram construídas as Arcadas das Ruínas de São Francisco, abrigando lojas de souvenirs e presentes, pizzaria, bar, confeitaria, antiquário, cabeleireiro, floricultura, banca de revistas, além de sanitários públicos e posto da Guarda Municipal.

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          Esse foi um trabalho muito bom de se fazer. Mesmo morando em Curitiba há mais de 12 anos, eu nunca tinha visitado com atenção o Centro Histórico de Curitiba. Tanto que como não pude ir com meus colegas de profuncionário no sábado, fui com minha família no domingo e ainda aproveitamos a tradicional Feira do Largo da Ordem, num dia tipicamente curitibano.

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Módulo 04 - Aula 04

Módulo 04 - Aula 03

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Informativo Colégio Cândido Rondon


LINHA DO TEMPO

1950 – Casa Isolada da Fazendinha

1958 – Casa Escolar da Vila São Jorge ou Escola Integrada da Vila Rosinha
  • 1ª diretora – Landina Rose 01/04/1958 à 05/05/1964
  • 2º diretor - José Casimiro Warsvicz 06/05/1964 à 12/10/11964
  • 3ª diretora – Maria Terezinha Baglia 13/10/1964 à 27/07/1964
  • 4ª diretora – Catarina Ruth Gasparello 31/08/1966 à 13/09/1967

1967 – Elevado à Grupo Escolar – funcionando no terreno atual, doado pela Sra. Rosinha Schenaider.
  • 5ª diretora – Maria Terezinha Dubois 14/09/1967 à 10/09/78
Inauguração do Grupo Escolar
Inauguração do Grupo Escolar
Alunos no Desfile de 7 de Setembro de 1967

1968 – Grupo Escolar Marechal Cândido Rondon
  • 6ª diretora – Evelin Leite Lonert 11/09/1967 à 12/07/1977
Festa Junina em 1968
Visita do Secretário de Educação em 1971
1975 – Escola Estadual Marechal Cândido Rondon – Ensino de 1º Grau
  • 7ª diretora – Zaide Roesler dos Santos 13/07/1977 à 25/02/1985
Festa do Dia das Crianças em 1977
1981 – Colégio Estadual Marechal Cândido – Ensino de 1º e 2º Grau
  • 8ª diretora – Yvonzete Richter Toledo Piza 26/02/1985 à  21/12/1987.
  • 9º diretor – João Evair Sant'ana 22/12/1985 à 10/09/1991.
  • 10ª diretora – Maria Helena R. De Souza 23/09/1991 à 10/11/1994.
  • 11ª diretora – Elizabete de Lourdes Nunes Ribeiro 11/11/1994 à 30/12/1997.
Desfile de 7 de Setembro de 1986 com a Diretora Yvonzete Piza
1998 – Autorizado o funcionamento do Ensino Médio.


  • 12ª diretora – Maria de Fátima Junqueira Malucelli 03/01/1998 à 30/12/2004.
  • 13º diretor – Cinara Manchenho Siqueira 03/01/2005 à 30/12/2005
  • 14ª diretora – Ronaldo Reis Moreira 03/01/2006 à 05/02/2012.
  • 15ª diretora – Márcia Cristina Pereira Vidal 06/02/2012 à 02/02/2014.
  • 16ª diretora – Cinara Manchenho Siqueira 03/02/2014.
Professores da EJA

Professores e funcionários no almoço de fim de ano 2013

Mostra Cultural - Cultura Afro 2013

Primeira parte da conclusão da Reforma Escolar 2013/2014

PPS Módulo 02

INTRODUÇÃO
Este relatório tem por objetivo descrever todas as atividades realizadas na Prática Profissional Supervisionada. Num primeiro momento conversei com uma professora de História do Colégio Estadual Mal. Cândido Rondon sobre o governo dos militares e a educação, e depois realizei uma pesquisa sobre os dados históricos da escola que atuo e também sobre a escola em que realizo estágio.

DESENVOLVIMENTO
           
            Comecei o trabalho buscando no arquivo as informações sobre o histórico da escola. Encontrei muitos documentos, fotos e dados das transformações que a escola passou ao longo desses 64 anos em que atua na comunidade. Descobri nessa pesquisa, que a APMF da escola, anteriormente chamada de APP – Associação de Pais e Professores do Grupo Escolar Marechal Cândido Rondon, foi instituída legalmente no dia 01/04/1970, encontrei, inclusive a página do Diário Oficial da época, que estava guardado junto com o Registro do Cartório.
            Durante todo esse tempo, o colégio realizou várias atividades para promover o desenvolvimento dos educandos. No ano de 1999 o colégio ganhou o Prêmio Nacional de “Escola Referência em Gestão Escolar, com a diretora Maria de Fátima Junqueira Malucelli, que atuou na escola desde o ano de 1998 até 2004.
            A escola tem um escudo, que tem um educando abraçando o Brasil, simbolizando a formação integral dos alunos, tanto no âmbito escolar, quanto no âmbito da cidadania. Ao perguntar a algumas pessoas que trabalham a mais tempo no colégio, houve uma divergência sobre existir ou não um hino da escola. Sendo assim, conversei com a diretora, a professora Cinara, sobre a possibilidade de promovermos um concurso cultural para nossos alunos criarem um novo hino, pois mesmo que haja um anterior, este se perdeu no tempo. Segue abaixo os dados históricos da escola:
                        O Colégio Estadual Marechal Cândido Rondon, Ensino Fundamental e Médio localiza-se no município de Curitiba, capital do Estado do Paraná, à Rua Ricardo Negrão Filho N.º287, no Bairro do Portão, Vila São Jorge.
                        O Colégio Estadual Marechal Cândido Rondon, tem como entidade mantenedora o Governo do Estado do Paraná. Foi criado pelo decreto n.º 3151 de 11/09/58, com o nome de Casa Escolar Vila São Jorge. Pelo Decreto nº5149 de 08/05/67, foi elevada à categoria de Grupo Escolar, passando a se chamar, pelo Decreto 8456 de 10/01/68, Grupo Escolar Marechal Cândido Rondon. Seu nome foi novamente alterado pelo Decreto 1389 de 23/12/75, para Escola Estadual Marechal Cândido Rondon - Ensino de 1º Grau, e pela Resolução N.º 2806/81, para Colégio Estadual Marechal Cândido Rondon - E.F.M.
                        Pelo Decreto 3211 de 15/09/98 foi autorizado o funcionamento provisório do Ensino Médio (Supletivo fase III) Parecer 2094/98 CEF (Conselho de Educação Federal) que cessou na data de 21/12/02, e foi reconhecido pela resolução 1785 de 01/08/2001. A Resolução 300/2001 resolve cessar definitivamente as atividades escolares do Ensino Fundamental (1ª a 4ª série). A cessação citada é de forma gradativa e encerrou-se no final do ano letivo de 2003.
                        Para o ano de 2006 houve “cessação gradativa” das atividades escolares da EJA - Ensino Médio, e de acordo com a Deliberação 08/2000, 04/1999, 014/1999 do CEE (Conselho Estadual de Educação), estamos solicitando a implantação da modalidade de Educação de Jovens e Adultos Fase II e Ensino Médio, conforme orientação do Núcleo Regional de Educação e Secretaria de Estado da Educação.
                        A partir de 2012 com a Implementação do Ensino Fundamental de 9 Anos, se fará a alteração da nomenclatura de séries para ano e as alterações necessárias advindas da nova legislação.
                        O Colégio Estadual Marechal Cândido Rondon oferta Ensino Fundamental do 6º ao 9º ano e Médio Organizado por Blocos, nas Modalidade Regular (período manhã e tarde) e EJA - Educação de Jovens e Adultos (no período noturno). São atendidas 11 turmas no período da manhã, sendo 3 do Ensino fundamental (7º ao 9º ano) e 8 turmas do Ensino Médio Organizado por Blocos. A escola oferta ainda no período da manhã Sala de Apoio em Língua Portuguesa e Matemática para os alunos matriculados no 6º ano e no período da tarde Sala de Apoio para alunos matriculados no 9º ano, sendo ofertadas em contraturno. Sala de Recursos para atendimento especializado aos alunos que dele necessitam e em processo de inclusão. No período da tarde são atendidas 12 turmas do ensino fundamental do 6º ao 9º ano. No período noturno são atendidas 9 turmas na Educação de Jovens e Adultos nas modalidades coletivo e individual e duas turmas de CELEM - Centro de Língua Estrangeira Moderna com a oferta o curso de Inglês (implantação 2010). Importante destacar que o CELEM atende, os alunos regularmente matriculados e a comunidade escolar de modo geral. Como atividades curriculares em contraturno, a escola desenvolve o programa Segundo Tempo aulas de treinamento de futsal e Tênis de Mesa.
                        O Colégio Estadual Marechal Cândido Rondon possui 12 salas de aula, 1 sala destinada a laboratório de Química e Física, utilizada ainda como sala de vídeo e sala de apoio no turno da manhã, já que todas as salas neste período são ocupadas com as turmas do ensino fundamental e médio. Possui uma sala destinada à biblioteca, sala para laboratório de informática, secretaria, orientação, supervisão, equipe de direção, cozinha, banheiros para alunos, sendo um feminino e outro masculino, quadra poli esportiva e pátio. Não existe espaço coberto destinado às atividades de esportivas ou para proteção dos alunos e alunas durante o recreio. Os espaços utilizados para guardar materiais didáticos, materiais de Educação Física e Merenda, são espaços adaptados anexos às salas de aula, com construção em madeira.
                        No que se refere ao espaço físico, a escola carece de reformas urgentes no sentido de garantir o desenvolvimento de atividades inerentes ao processo de ensino-aprendizagem e a qualidade do trabalho educativo.           

LINHA DO TEMPO

1950 – Casa Isolada da Fazendinha

1958 – Casa Escolar da Vila São Jorge ou Escola Integrada da Vila Rosinha
  • 1ª diretora – Landina Rose 01/04/1958 à 05/05/1964
  • 2º diretor - José Casimiro Warsvicz 06/05/1964 à 12/10/11964
  • 3ª diretora – Maria Terezinha Baglia 13/10/1964 à 27/07/1964
  • 4ª diretora – Catarina Ruth Gasparello 31/08/1966 à 13/09/1967

1967 – Elevado à Grupo Escolar – funcionando no terreno atual, doado pela Sra. Rosinha Schenaider.
  • 5ª diretora – Maria Terezinha Dubois 14/09/1967 à 10/09/78

1968 – Grupo Escolar Marechal Cândido Rondon
  • 6ª diretora – Evelin Leite Lonert 11/09/1967 à 12/07/1977

1975 – Escola Estadual Marechal Cândido Rondon – Ensino de 1º Grau
  • 7ª diretora – Zaide Roesler dos Santos 13/07/1977 à 25/02/1985

1981 – Colégio Estadual Marechal Cândido – Ensino de 1º e 2º Grau
  • 8ª diretora – Yvonzete Richter Toledo Piza 26/02/1985 à  21/12/1987.
  • 9º diretor – João Evair Sant'ana 22/12/1985 à 10/09/1991.
  • 10ª diretora – Maria Helena R. De Souza 23/09/1991 à 10/11/1994.
  • 11ª diretora – Elizabete de Lourdes Nunes Ribeiro 11/11/1994 à 30/12/1997.

1998 – Autorizado o funcionamento do Ensino Médio.
  • 12ª diretora – Maria de Fátima Junqueira Malucelli 03/01/1998 à 30/12/2004.
  • 13º diretor – Cinara Manchenho Siqueira 03/01/2005 à 30/12/2005
  • 14ª diretora – Ronaldo Reis Moreira 03/01/2006 à 05/02/2012.
  • 15ª diretora – Márcia Cristina Pereira Vidal 06/02/2012 à 02/02/2014.
  • 16ª diretora – Cinara Manchenho Siqueira 03/02/2014.

            Num segundo momento, ainda realizando as atividades na escola em que atuo, conversei com uma professora formada e licenciada em História e com uma das funcionárias mais antigas da escola que trabalha no administrativo, sobre as questões da educação no tempo do governo dos militares. O mais interessante, é que esse assunto traz muita divergência, até mesmo entre os funcionários dentro da escola.
            A professora que atua na escola desde 2007, acentuou como mudanças a reforma predial que se iniciou no segundo semestre do ano passado e tem previsão de término para os próximos meses; e a importância para a escola, que a atuação dos alunos bolsistas da PUCPR desenvolvem através do PIBID. Com relação à época dos governos militares e as consequências para a educação, ela acredita que “a partir do governo militar, o que mais vemos na escola é o sucateamento do ensino e da aprendizagem, que esta cada vez mais presente em nossos alunos”. Quanto ao que ela percebe sobre a a valorização dos funcionários, ela disse que não percebe nenhuma valorização, e cita: “fato este que no é que no mês de março houve paralisação dos professores, para que nosso governante pague nossa hora atividade que é lei, e aqui no Paraná não temos direito”.
            Já a funcionária Agente Educacional II mais antiga da escola, que atua desde 1999, apontou que “ocorreram várias mudanças  significativas no período em que trabalho nesta escola, entre elas: de pessoas, de organização, metodologias, políticas públicas”. Quando questionada sobre a época dos governos militares e sua consequência para a educação ela disse: “na época do militarismo, a educação era com restrições e baseada na educação tradicional onde o professor era o centro das atenções. Nessa época, o civismo era cultuado nas escolas públicas. Consequências: modelo militar e autoritarismo”. Quanto ao que ela percebe sobre a valorização dos funcionários, ela diz: “Sim, percebo maior valorização. Existe hoje, um plano de carreira para a nossa elevação profissional. Mas acredito que ainda há muitos fatores a serem melhorados como: plano de saúde, condições de trabalho, questão salarial”.
            Na escola de estágio, a pedagoga responsável por me orientar, me passou uns dados da escola, que são os mesmo que estavam no PPP, e tirei algumas fotos dos alunos do Projeto Mais Educação – Judô. Este é o maior projeto desenvolvido na escola, e muitos são os alunos que participam. Abaixo seguem os dados históricos da escola.
            O Colégio Estadual Doutor Francisco Azevedo Macedo – Ensino Fundamental e Médio, localizado no bairro Novo mundo, da cidade de Curitiba, na Travessa Augusto Marach n.o 224, pertencente à Rede Estadual de Ensino do Estado do Paraná, tem sua origem na junção de dois Estabelecimentos de Ensino.
            O primeiro, criado pelo Decreto n.o 2.297 de 03 de abril de 1946, com o nome de Grupo Escolar Novo Mundo. Em 02 de julho de 1955, através do Decreto n.o 17.565, passou a chamar-se Grupo Escolar Doutor Francisco Azevedo Macedo, ministrando o Ensino de 1a a 4a séries do 1o Grau.
            O segundo Estabelecimento foi criado pelo Decreto n.o 33.521 de 30 de dezembro de 1966 com o nome de Ginásio Estadual “Novo Mundo”, com o funcionamento no período noturno. Este Estabelecimento, através do Decreto n.o 8.167 de 02 de fevereiro de 1968, recebeu a denominação de Colégio Estadual General Moreira Couto.
            A 15 de julho de 1970, pelo Decreto n.o 20.565, passou a ministrar o Ensino Secundário de 1o Ciclo e o Ensino Técnico Comercial de 2o Ciclo. Os dois Estabelecimentos se integram à Reforma de Ensino, Lei n.o 5692/71, recebendo autorização de funcionamento nos termos da Lei vigente, pelo Decreto n.o 1.365 de 23 de dezembro de 1975, com a denominação de Colégio Estadual Dr. Francisco Azevedo Macedo – Ensino de 1o e 2o Graus, ministrando o Ensino de 1a a 8a séries do 1o Grau e os cursos de Assistente Administrativo e Auxiliar em Contabilidade.
            De acordo com a informação contida no parecer n.o 1235 o Estabelecimento foi Reconhecido pela Resolução no.235/82 . Em 31 de dezembro de 1988, o Colégio recebeu a autorização para funcionamento de Ensino Especial. Em 24 de maio de 1989, o Colégio recebeu autorização para funcionamento da sala de Recursos para Deficiência Visual do Ensino Especial.
            Em 09 de dezembro de 1991, o Colégio recebeu autorização para funcionamento da Habilitação em Técnico em Contabilidade. Em 18 de outubro de 1993, o Colégio recebeu a suspensão gradativa das atividades escolares de 1a a 4a séries do 1o Grau e do Ensino Especial.
            Em 12 de janeiro de 1996, o Colégio recebeu a autorização para o] funcionamento da Habilitação Técnico em Administração. Em 08 de julho de 1997, o Colégio recebeu a autorização para funcionamento do Ensino de Educação Geral com Preparação Universal Para o Trabalho, e neste mesmo ano foi suspenso gradativamente, os cursos de Técnico em Administração e Técnico em Contabilidade. De acordo com a LDB no 9394/96 e a deliberação no 003/98 este Estabelecimento de Ensino passa a denominar-se Colégio Estadual “Dr. Francisco Azevedo Macedo” Ensino Fundamental e Médio.
        Em 28 de janeiro do ano 2000, pelo Parecer no 107/2000 foi aprovada a Proposta Pedagógica do Ensino Médio e 02 de agosto de 2000 através da Resolução no 2.737/2000, foi Reconhecido o Ensino Médio. Na data de 04 de dezembro do ano de 2000, pelo Ato no 469, ratifica as Disposições no Regimento Escolar de acordo com a ADE-Liberação 016/99 do CEE. Em 28 de novembro do ano de 2003, é renovado o Reconhecimento do Ensino Médio pelo Parecer no 3062/2003-CES. Através do Ato no 204 de 10 de maio do ano de 2004, é aprovada as disposições contidas no Regimento Escolar de acordo com a Deliberação 016/99 do CEE/Pr. Em 01 de fevereiro do ano de 2005, é aprovada a alteração no 01 referente ao Ato Administrativo 204/04, retificando o Regimento Escolar. Na data de 14 de fevereiro do ano de 2006, através do Parecer no 397, é renovado o Reconhecimento do Ensino Médio. A Resolução no 510 de 09 de fevereiro do ano de 2009, renova o Reconhecimento do Ensino
 Fundamental, Resolução No 235/82 e Parecer 352/09 do CES.
            Quanto a lista de diretores antigos, ela ficou de me passar, mas como ela não sabia, então ela iria esperar a funcionária da secretaria que também faz profuncionário comigo, para levantar os dados da escola e me encaminhar. Contudo, até o presente momento não recebi nenhum retorno.
           


           
CONSIDERAÇÕES FINAIS


Ao desenvolver esta atividade, percebi que há muita riqueza nas duas escolas, e pouco se trabalha essa história. Acredito que esta atividade não se finde na entrega deste relatório, pois mesmo ao passar para o módulo seguinte, continuarei atualizando as informações que estarei recebendo no informativo do blog. Pois não consegui reunir todas os detalhes em tão pouco tempo. Gosto muito de trabalhar com essas linhas de tempo, onde vemos como a comunidade era, como a escola foi e é importante para a nossa sociedade.

A escola passou e ainda passa por muitas mudanças e transformações. Desde de modalidades de ensino ofertadas, profissionais com mais formação e capacitados, bem como ao outro extremo, descaso com a educação, sobretudo na escola pública, e falta de envolvimento dos pais e da comunidade no processo de ensino-aprendizagem. Sob todos esses aspectos, percebo que muita coisa melhorou e caminha para o futuro, contudo em alguns outros deveríamos revisitar o passado e (re)aprender que com envolvimento, dedicação e força de vontade, poderemos contribuir da melhor forma para educação na escola que atuamos, pois por vezes com um simples gesto podemos gerar bons frutos.


                                      Colégio Marechal Cândido Rondon


Reunião com alunos da EJA em Fevereiro de 2014








                                       Colégio Francisco Azevedo de Macedo



Projeto Mais Educação - Karatê