terça-feira, 6 de maio de 2014
quinta-feira, 1 de maio de 2014
Informativo Colégio Cândido Rondon
1950 – Casa Isolada da Fazendinha
1958 – Casa Escolar da Vila São Jorge ou Escola Integrada da Vila Rosinha
- 1ª diretora – Landina Rose 01/04/1958 à 05/05/1964
- 2º diretor - José Casimiro Warsvicz 06/05/1964 à 12/10/11964
- 3ª diretora – Maria Terezinha Baglia 13/10/1964 à 27/07/1964
- 4ª diretora – Catarina Ruth Gasparello 31/08/1966 à 13/09/1967
1967 – Elevado à Grupo Escolar – funcionando no terreno atual, doado pela Sra. Rosinha Schenaider.
- 5ª diretora – Maria Terezinha Dubois 14/09/1967 à 10/09/78
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| Inauguração do Grupo Escolar |
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| Inauguração do Grupo Escolar |
- 6ª diretora – Evelin Leite Lonert 11/09/1967 à 12/07/1977
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| Festa Junina em 1968 |
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| Visita do Secretário de Educação em 1971 |
1975 – Escola Estadual Marechal Cândido Rondon – Ensino de 1º Grau
- 7ª diretora – Zaide Roesler dos Santos 13/07/1977 à 25/02/1985
1981 – Colégio Estadual Marechal Cândido – Ensino de 1º e 2º Grau
- 8ª diretora – Yvonzete Richter Toledo Piza 26/02/1985 à 21/12/1987.
- 9º diretor – João Evair Sant'ana 22/12/1985 à 10/09/1991.
- 10ª diretora – Maria Helena R. De Souza 23/09/1991 à 10/11/1994.
- 11ª diretora – Elizabete de Lourdes Nunes Ribeiro 11/11/1994 à 30/12/1997.
1998 – Autorizado o funcionamento do Ensino Médio.
- 12ª diretora – Maria de Fátima Junqueira Malucelli 03/01/1998 à 30/12/2004.
- 13º diretor – Cinara Manchenho Siqueira 03/01/2005 à 30/12/2005
- 14ª diretora – Ronaldo Reis Moreira 03/01/2006 à 05/02/2012.
- 15ª diretora – Márcia Cristina Pereira Vidal 06/02/2012 à 02/02/2014.
- 16ª diretora – Cinara Manchenho Siqueira 03/02/2014.
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| Professores da EJA |
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| Professores e funcionários no almoço de fim de ano 2013 |
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| Mostra Cultural - Cultura Afro 2013 |
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| Primeira parte da conclusão da Reforma Escolar 2013/2014 |
PPS Módulo 02
INTRODUÇÃO
Este relatório tem por objetivo descrever todas as atividades realizadas
na Prática Profissional Supervisionada. Num primeiro momento conversei com uma
professora de História do Colégio Estadual Mal. Cândido Rondon sobre o governo
dos militares e a educação, e depois realizei uma pesquisa sobre os dados
históricos da escola que atuo e também sobre a escola em que realizo estágio.
DESENVOLVIMENTO
Comecei o trabalho
buscando no arquivo as informações sobre o histórico da escola. Encontrei
muitos documentos, fotos e dados das transformações que a escola passou ao
longo desses 64 anos em que atua na comunidade. Descobri nessa pesquisa, que a
APMF da escola, anteriormente chamada de APP – Associação de Pais e Professores
do Grupo Escolar Marechal Cândido Rondon, foi instituída legalmente no dia
01/04/1970, encontrei, inclusive a página do Diário Oficial da época, que
estava guardado junto com o Registro do Cartório.
Durante todo esse tempo,
o colégio realizou várias atividades para promover o desenvolvimento dos
educandos. No ano de 1999 o colégio ganhou o Prêmio Nacional de “Escola
Referência em Gestão Escolar, com a diretora Maria de Fátima Junqueira
Malucelli, que atuou na escola desde o ano de 1998 até 2004.
A escola tem um escudo,
que tem um educando abraçando o Brasil, simbolizando a formação integral dos
alunos, tanto no âmbito escolar, quanto no âmbito da cidadania. Ao perguntar a
algumas pessoas que trabalham a mais tempo no colégio, houve uma divergência
sobre existir ou não um hino da escola. Sendo assim, conversei com a diretora,
a professora Cinara, sobre a possibilidade de promovermos um concurso cultural
para nossos alunos criarem um novo hino, pois mesmo que haja um anterior, este
se perdeu no tempo. Segue abaixo os dados históricos da escola:
O Colégio
Estadual Marechal Cândido Rondon, Ensino Fundamental e Médio localiza-se no
município de Curitiba, capital do Estado do Paraná, à Rua Ricardo Negrão Filho
N.º287, no Bairro do Portão, Vila São Jorge.
O Colégio
Estadual Marechal Cândido Rondon, tem como entidade mantenedora o Governo do
Estado do Paraná. Foi criado pelo decreto n.º 3151 de 11/09/58, com o nome de
Casa Escolar Vila São Jorge. Pelo Decreto nº5149 de 08/05/67, foi elevada à
categoria de Grupo Escolar, passando a se chamar, pelo Decreto 8456 de
10/01/68, Grupo Escolar Marechal Cândido Rondon. Seu nome foi novamente
alterado pelo Decreto 1389 de 23/12/75, para Escola Estadual Marechal Cândido
Rondon - Ensino de 1º Grau, e pela Resolução N.º 2806/81, para Colégio Estadual
Marechal Cândido Rondon - E.F.M.
Pelo Decreto
3211 de 15/09/98 foi autorizado o funcionamento provisório do Ensino Médio
(Supletivo fase III) Parecer 2094/98 CEF (Conselho de Educação Federal) que
cessou na data de 21/12/02, e foi reconhecido pela resolução 1785 de
01/08/2001. A Resolução 300/2001 resolve cessar definitivamente as atividades
escolares do Ensino Fundamental (1ª a 4ª série). A cessação citada é de forma
gradativa e encerrou-se no final do ano letivo de 2003.
Para o ano de
2006 houve “cessação gradativa” das atividades escolares da EJA - Ensino Médio,
e de acordo com a Deliberação 08/2000, 04/1999, 014/1999 do CEE (Conselho
Estadual de Educação), estamos solicitando a implantação da modalidade de
Educação de Jovens e Adultos Fase II e Ensino Médio, conforme orientação do
Núcleo Regional de Educação e Secretaria de Estado da Educação.
A partir de
2012 com a Implementação do Ensino Fundamental de 9 Anos, se fará a alteração
da nomenclatura de séries para ano e as alterações necessárias advindas da nova
legislação.
O Colégio Estadual
Marechal Cândido Rondon oferta Ensino Fundamental do 6º ao 9º ano e Médio
Organizado por Blocos, nas Modalidade Regular (período manhã e tarde) e EJA -
Educação de Jovens e Adultos (no período noturno). São atendidas 11 turmas no
período da manhã, sendo 3 do Ensino fundamental (7º ao 9º ano) e 8 turmas do
Ensino Médio Organizado por Blocos. A escola oferta ainda no período da manhã
Sala de Apoio em Língua Portuguesa e Matemática para os alunos matriculados no
6º ano e no período da tarde Sala de Apoio para alunos matriculados no 9º ano,
sendo ofertadas em contraturno. Sala de Recursos para atendimento especializado
aos alunos que dele necessitam e em processo de inclusão. No período da tarde
são atendidas 12 turmas do ensino fundamental do 6º ao 9º ano. No período
noturno são atendidas 9 turmas na Educação de Jovens e Adultos nas modalidades
coletivo e individual e duas turmas de CELEM - Centro de Língua Estrangeira
Moderna com a oferta o curso de Inglês (implantação 2010). Importante destacar
que o CELEM atende, os alunos regularmente matriculados e a comunidade escolar
de modo geral. Como atividades curriculares em contraturno, a escola desenvolve
o programa Segundo Tempo aulas de treinamento de futsal e Tênis de Mesa.
O Colégio
Estadual Marechal Cândido Rondon possui 12 salas de aula, 1 sala destinada a
laboratório de Química e Física, utilizada ainda como sala de vídeo e sala de
apoio no turno da manhã, já que todas as salas neste período são ocupadas com
as turmas do ensino fundamental e médio. Possui uma sala destinada à
biblioteca, sala para laboratório de informática, secretaria, orientação,
supervisão, equipe de direção, cozinha, banheiros para alunos, sendo um
feminino e outro masculino, quadra poli esportiva e pátio. Não existe espaço
coberto destinado às atividades de esportivas ou para proteção dos alunos e
alunas durante o recreio. Os espaços utilizados para guardar materiais
didáticos, materiais de Educação Física e Merenda, são espaços adaptados anexos
às salas de aula, com construção em madeira.
No que se
refere ao espaço físico, a escola carece de reformas urgentes no sentido de
garantir o desenvolvimento de atividades inerentes ao processo de
ensino-aprendizagem e a qualidade do trabalho educativo.
LINHA DO TEMPO
1950 – Casa Isolada da Fazendinha
1958 – Casa Escolar da Vila São Jorge ou Escola
Integrada da Vila Rosinha
- 1ª diretora –
Landina Rose 01/04/1958 à 05/05/1964
- 2º diretor - José
Casimiro Warsvicz 06/05/1964 à 12/10/11964
- 3ª diretora – Maria
Terezinha Baglia 13/10/1964 à 27/07/1964
- 4ª diretora –
Catarina Ruth Gasparello 31/08/1966 à 13/09/1967
1967 – Elevado à Grupo Escolar – funcionando no
terreno atual, doado pela Sra. Rosinha Schenaider.
- 5ª diretora – Maria
Terezinha Dubois 14/09/1967 à 10/09/78
1968 – Grupo Escolar Marechal Cândido Rondon
- 6ª diretora –
Evelin Leite Lonert 11/09/1967 à 12/07/1977
1975 – Escola Estadual Marechal Cândido Rondon –
Ensino de 1º Grau
- 7ª diretora – Zaide
Roesler dos Santos 13/07/1977 à 25/02/1985
1981 – Colégio Estadual Marechal Cândido – Ensino
de 1º e 2º Grau
- 8ª diretora –
Yvonzete Richter Toledo Piza 26/02/1985 à
21/12/1987.
- 9º diretor – João
Evair Sant'ana 22/12/1985 à 10/09/1991.
- 10ª diretora –
Maria Helena R. De Souza 23/09/1991 à 10/11/1994.
- 11ª diretora –
Elizabete de Lourdes Nunes Ribeiro 11/11/1994 à 30/12/1997.
1998 – Autorizado o funcionamento do Ensino
Médio.
- 12ª diretora –
Maria de Fátima Junqueira Malucelli 03/01/1998 à 30/12/2004.
- 13º diretor –
Cinara Manchenho Siqueira 03/01/2005 à 30/12/2005
- 14ª diretora –
Ronaldo Reis Moreira 03/01/2006 à 05/02/2012.
- 15ª diretora –
Márcia Cristina Pereira Vidal 06/02/2012 à 02/02/2014.
- 16ª diretora –
Cinara Manchenho Siqueira 03/02/2014.
Num segundo momento,
ainda realizando as atividades na escola em que atuo, conversei com uma
professora formada e licenciada em História e com uma das funcionárias mais
antigas da escola que trabalha no administrativo, sobre as questões da educação
no tempo do governo dos militares. O mais interessante, é que esse assunto traz
muita divergência, até mesmo entre os funcionários dentro da escola.
A professora que atua na
escola desde 2007, acentuou como mudanças a reforma predial que se iniciou no
segundo semestre do ano passado e tem previsão de término para os próximos
meses; e a importância para a escola, que a atuação dos alunos bolsistas da
PUCPR desenvolvem através do PIBID. Com relação à época dos governos militares
e as consequências para a educação, ela acredita que “a partir do governo
militar, o que mais vemos na escola é o sucateamento do ensino e da
aprendizagem, que esta cada vez mais presente em nossos alunos”. Quanto ao que
ela percebe sobre a a valorização dos funcionários, ela disse que não percebe
nenhuma valorização, e cita: “fato este que no é que no mês de março houve
paralisação dos professores, para que nosso governante pague nossa hora
atividade que é lei, e aqui no Paraná não temos direito”.
Já a funcionária Agente
Educacional II mais antiga da escola, que atua desde 1999, apontou que
“ocorreram várias mudanças
significativas no período em que trabalho nesta escola, entre elas: de
pessoas, de organização, metodologias, políticas públicas”. Quando questionada
sobre a época dos governos militares e sua consequência para a educação ela
disse: “na época do militarismo, a educação era com restrições e baseada na
educação tradicional onde o professor era o centro das atenções. Nessa época, o
civismo era cultuado nas escolas públicas. Consequências: modelo militar e
autoritarismo”. Quanto ao que ela percebe sobre a valorização dos funcionários,
ela diz: “Sim, percebo maior valorização. Existe hoje, um plano de carreira
para a nossa elevação profissional. Mas acredito que ainda há muitos fatores a
serem melhorados como: plano de saúde, condições de trabalho, questão
salarial”.
Na escola de estágio, a
pedagoga responsável por me orientar, me passou uns dados da escola, que são os
mesmo que estavam no PPP, e tirei algumas fotos dos alunos do Projeto Mais
Educação – Judô. Este é o maior projeto desenvolvido na escola, e muitos são os
alunos que participam. Abaixo seguem os dados históricos da escola.
O Colégio Estadual Doutor
Francisco Azevedo Macedo – Ensino Fundamental e Médio, localizado no bairro Novo
mundo, da cidade de Curitiba, na Travessa Augusto Marach n.o 224, pertencente à
Rede Estadual de Ensino do Estado do Paraná, tem sua origem na junção de dois
Estabelecimentos de Ensino.
O primeiro, criado pelo
Decreto n.o 2.297 de 03 de abril de 1946, com o nome de Grupo Escolar Novo
Mundo. Em 02 de julho de 1955, através do Decreto n.o 17.565, passou a
chamar-se Grupo Escolar Doutor Francisco Azevedo Macedo, ministrando o Ensino
de 1a a 4a séries do 1o Grau.
O segundo Estabelecimento
foi criado pelo Decreto n.o 33.521 de 30 de dezembro de 1966 com o nome de
Ginásio Estadual “Novo Mundo”, com o funcionamento no período noturno. Este
Estabelecimento, através do Decreto n.o 8.167 de 02 de fevereiro de 1968,
recebeu a denominação de Colégio Estadual General Moreira Couto.
A 15 de julho de 1970,
pelo Decreto n.o 20.565, passou a ministrar o Ensino Secundário de 1o Ciclo e o
Ensino Técnico Comercial de 2o Ciclo. Os dois Estabelecimentos se integram à
Reforma de Ensino, Lei n.o 5692/71, recebendo autorização de funcionamento nos
termos da Lei vigente, pelo Decreto n.o 1.365 de 23 de dezembro de 1975, com a
denominação de Colégio Estadual Dr. Francisco Azevedo Macedo – Ensino de 1o e
2o Graus, ministrando o Ensino de 1a a 8a séries do 1o Grau e os cursos de
Assistente Administrativo e Auxiliar em Contabilidade.
De acordo com a
informação contida no parecer n.o 1235 o Estabelecimento foi Reconhecido pela
Resolução no.235/82 . Em 31 de dezembro de 1988, o Colégio recebeu a
autorização para funcionamento de Ensino Especial. Em 24 de maio de 1989, o Colégio
recebeu autorização para funcionamento da sala de Recursos para Deficiência
Visual do Ensino Especial.
Em 09 de dezembro de
1991, o Colégio recebeu autorização para funcionamento da Habilitação em
Técnico em Contabilidade. Em 18 de outubro de 1993, o Colégio recebeu a
suspensão gradativa das atividades escolares de 1a a 4a séries do 1o Grau e do
Ensino Especial.
Em 12 de janeiro de 1996,
o Colégio recebeu a autorização para o] funcionamento da Habilitação Técnico em
Administração. Em 08 de julho de 1997, o Colégio recebeu a autorização para
funcionamento do Ensino de Educação Geral com Preparação Universal Para o
Trabalho, e neste mesmo ano foi suspenso gradativamente, os cursos de Técnico
em Administração e Técnico em Contabilidade. De acordo com a LDB no 9394/96 e a
deliberação no 003/98 este Estabelecimento de Ensino passa a denominar-se
Colégio Estadual “Dr. Francisco Azevedo Macedo” Ensino Fundamental e Médio.
Em 28 de janeiro do ano
2000, pelo Parecer no 107/2000 foi aprovada a Proposta Pedagógica do Ensino
Médio e 02 de agosto de 2000 através da Resolução no 2.737/2000, foi
Reconhecido o Ensino Médio. Na data de 04 de dezembro do ano de 2000, pelo Ato
no 469, ratifica as Disposições no Regimento Escolar de acordo com a ADE-Liberação
016/99 do CEE. Em 28 de novembro do ano de 2003, é renovado o Reconhecimento do
Ensino Médio pelo Parecer no 3062/2003-CES. Através do Ato no 204 de 10 de maio
do ano de 2004, é aprovada as disposições contidas no Regimento Escolar de
acordo com a Deliberação 016/99 do CEE/Pr. Em 01 de fevereiro do ano de 2005, é
aprovada a alteração no 01 referente ao Ato Administrativo 204/04, retificando
o Regimento Escolar. Na data de 14 de fevereiro do ano de 2006, através do
Parecer no 397, é renovado o Reconhecimento do Ensino Médio. A Resolução no 510
de 09 de fevereiro do ano de 2009, renova o Reconhecimento do Ensino
Fundamental, Resolução No 235/82 e
Parecer 352/09 do CES.
Quanto a lista de
diretores antigos, ela ficou de me passar, mas como ela não sabia, então ela
iria esperar a funcionária da secretaria que também faz profuncionário comigo,
para levantar os dados da escola e me encaminhar. Contudo, até o presente
momento não recebi nenhum retorno.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Ao desenvolver esta atividade, percebi que há
muita riqueza nas duas escolas, e pouco se trabalha essa história. Acredito que
esta atividade não se finde na entrega deste relatório, pois mesmo ao passar
para o módulo seguinte, continuarei atualizando as informações que estarei
recebendo no informativo do blog. Pois não consegui reunir todas os detalhes em
tão pouco tempo. Gosto muito de trabalhar com essas linhas de tempo, onde vemos
como a comunidade era, como a escola foi e é importante para a nossa sociedade.
A escola passou e ainda passa por muitas
mudanças e transformações. Desde de modalidades de ensino ofertadas,
profissionais com mais formação e capacitados, bem como ao outro extremo,
descaso com a educação, sobretudo na escola pública, e falta de envolvimento
dos pais e da comunidade no processo de ensino-aprendizagem. Sob todos esses
aspectos, percebo que muita coisa melhorou e caminha para o futuro, contudo em
alguns outros deveríamos revisitar o passado e (re)aprender que com
envolvimento, dedicação e força de vontade, poderemos contribuir da melhor
forma para educação na escola que atuamos, pois por vezes com um simples gesto
podemos gerar bons frutos.
Colégio Marechal Cândido Rondon
Reunião com alunos da EJA em Fevereiro de 2014
Colégio Francisco Azevedo de Macedo
Projeto Mais Educação - Karatê
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Módulo 02 - Aula 04
Acesse:
http://educacao.uol.com.br/infograficos/2014/cinquenta-anos-do-golpe-de-64/
Jogue
e depois comente a experiência no blog (valor 1,5)
Aprofunde
os conhecimentos sobre a ditadura militar no Brasil, este ano estamos com um
vasto material disponível na internet sobre o tema, indique sites, leituras,
etc e publique no blog.
----------------
Ao realizar esta atividade me vi numa situação bem
delicada. Pois mesmo sabendo que as situações eram fictícias, e mesmo nunca
tendo vivido numa época de governos militares, tentei ser o mais sincera possível
e me colocar no lugar e no momento dos questionamentos. Não gostaria de me
enquadrar na parcela da população que passou por esse período como se nada
estivesse acontecendo. Mas pra ser honesta, não acredito que eu seria do grupo
que se rebelou e tentou ter voz ativa. Acho que o medo e o instinto de
sobrevivência falaria mais alto.
Somos uma geração que tem liberdade de expressão. Que
tem voz, que tem nas redes sociais e na internet acesso ilimitado ao
conhecimento, a cultura, a disseminação de ideias, conceitos. Temos um poder de
transformação, de mudança. Somos a voz da democracia. Somos os politizados,
cidadãos críticos, autônomos. Contudo, quando precisamos nos fazer ouvir, em
meio a tanta politicagem torpe, e corrupção, nos calamos. Ou agimos escondendo
o rosto, para de forma covarde e irresponsável, promover a arruaça, a
balbúrdia, o “quebra-quebra”, a (temida) violência.
Houve um tempo na história em que precisamos ser os
“cara-pintadas” para termos voz, sermos ouvidos, dar significado ao que chamávamos
de democracia. Hoje, precisamos sair às ruas com a cara lavada, para
pleitearmos por uma democracia, cujo sentido se perdeu no tempo, e limpar nosso
país dessa política suja, desonesta, sórdida e vergonhosa, que chamamos de
governo. E, como li numa rede social esses dias, nem falo de governo de direita
ou de esquerda, pois no Brasil a corrupção é ambidestra.
Queremos novos parâmetros, novos objetivos, novas
prioridades. Mas para isso precisamos, assim como no jogo, que cada um de nós
“TOME SUA DECISÃO”, e escolha o lado que quer ficar, e lute por eles, não com
armas nem em guerra, mas nas urnas, que é onde a verdadeira democracia surte
efeito. Afinal, graças aos “Caras-pintadas”, hoje temos o direito ao voto.
Fonte: Google Imagens
Módulo 02 - Aula 02
Relatório
sobre a peça de teatro:
A conheci parecia uma princesa, hoje está parecida com sua mãe.
Com muito humor, a peça tenta convencer os homens a
conhecer bem suas futuras sogras antes de assumir o compromisso do casamento.
Segundo o espetáculo, é garantia: tal mãe, tal filha!
Classificação:
Comédia | Livre
Ficha
Técnica
|
Direção
|
Treat Serpa
|
|
Elenco
|
Kauane D'oya,
Liana Negreiros, Treat Serpa
|
|
Estado
|
Paraná
|
|
Cidade
|
Curitiba
|
--------------------------
No dia 30 de abril de 2014, fui ao
Teatro Bagozzi, para assistir à peça: “A conheci parecia uma princesa, hoje
está parecida com sua mãe”, apresentada pelo grupo Saltimbancos.
A peça trata de maneira cômica,
sobre a relação marido e mulher, após anos de casado e as frustrações que os
casais passam ao longo do desgaste do relacionamento.
O roteiro gira em torno dos
conflitos entre o casal, e traz momentos de flashback alternando com a
atualidade. O marido, que encontra-se arrependido do relacionamento, se lembra
da esposa jovem, bonita e atraente, e se decepciona ao se deparar com o que ela
se tornou. Ambos trocam xingamentos, e provocações durante toda a apresentação.
De maneira geral, o roteiro era
fraco e os atos não tinham muito desenvolvimento. Mas foi muito engraçada e
tirou muitos risos da plateia, que só ficou entediada quando tudo começou a se
repetir.
Apesar da expectativa ter sido maior
do que a da peça em si, a apresentação foi válida para prestigiar o Festival de
Teatro de Curitiba, que tradicionalmente sempre traz muitas peças e atrações de
qualidade, sejam elas nos espaços próprios ou teatros de rua, mas que sempre
contribuem para enriquecimento cultural dos espectadores.
Módulo 02 - Aula 01
Pratique
pág. 31 (adaptado):
Converse com outro funcionário de sua escola, sobre a
trajetória escolar e relate também a sua:
1. Alegrias, relação com os colegas, professores e diretores;
Sempre estive envolvida na escola, minhas avós trabalhavam
em escola, minha mãe é professora, logo, eu cresci dentro da escola. Sempre fui
uma excelente aluna, e tenho boas lembranças de colegas, professores e
diretores. Ganhei alguns concursos culturais na escola, como redação,
declamação de poesia, apresentação de teatro, festival de talento. Sempre me
envolvi das atividades extra classe, e também era voluntária no contraturno,
auxiliando alunos com defasagem de aprendizagem, pois antes não haviam salas de
apoio e nem salas de recurso.
2. Como era a escola onde estudou? Você ou seu colega,
recordam quem eram os funcionários?
Estudei em muitas escolas diferentes, pois como meu pai é
militar, mudei bastante de Ponta Grossa para Curitiba, e também morei em
Araucária. Lembro-me de muitos de meus professores e funcionários da escola,
principalmente por eles serem amigos/conhecidos de minha avó e de minha mãe, em
Ponta Grossa. Contudo, nas escola que estudei em Curitiba, também me recordo de
vários deles, pois durante quatro anos trabalhei no mesmo colégio que havia
estudado, e esses professores e funcionários se tornaram meus colegas de
trabalho.
3. Registre uma lembrança ou um caso que marcou sua
trajetória.
Dentre todas as lembranças que tenho,
a que mais gosto é a de quando eu estudava na 5ª série, fiquei muito feliz pois
fui para uma escola nova, com biblioteca nova e maior, visto que eu já tinha
lido quase todos os livros disponíveis na pequena escola municipal que eu
estudava. Eu emprestava livros todos os dias e me lembro da bibliotecária, que
parecia não acreditar que eu lia os livros que emprestava em tão pouco tempo, até
que ela criou um mecanismo para fazer sua própria verificação, pedia para eu
contar a história dos livros para ela. A ideia deu tão certo que algum tempo
depois ela começou a pedir para que eu escrevesse sobre os livros para indicar
a outros alunos, então eu e mais duas colegas começamos a organizar o mural de
sugestões, com pequenos resumos e indicações dos livros que líamos. Ler e
organizar o mural de sugestões é uma das minhas memórias favoritas.
---------------
Conversando
com uma de minhas colegas de trabalho, ela me contou que estudou todo o Ensino
Fundamental na mesma escola, e o que mais marcou ela foi quando ela reprovou a
5ª série. Ela achava que ia para escola para brincar, e depois disso ela
compreendeu que ela ia pra escola para aprender.
Quando
ela foi para o 2º Grau, ela estudou o magistério por três anos e fez mais um
ano de “Adicionais noturno”, no próprio Instituto de Educação Profº Erasmo
Pilotto, como complementação da sua formação para o magistério.
Como
ela casou muito nova, não chegou a exercer sua função profissional, pois
preferiu cuidar dos filhos e da família. Mas sempre se sentiu frustrada pois
sua vontade era fazer faculdade.
Aos
quarenta anos de idade, ela passou no concurso para Técnico Administrativo, e
decidiu começar a faculdade de Pedagogia. Se dedicou ao máximo, e se formou com
excelência. No último ano de faculdade, ganhou uma bolsa para uma pós
graduação, e seis meses após sua formatura na graduação, terminou sua pós
graduação.
Hoje,
ela se orgulha por tudo que passou e principalmente, por sua superação
profissional e sobretudo pessoal.
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